Quem faz?

Quem toca o Barco sou eu, Débora Fantini, jornalista e e especialista em arte, com eventuais colaboradores.

 

Há mais de dez anos, me desdobro em diferentes papéis: repórter, assessora de imprensa, escritora e revisora de textos, produtora de eventos, pesquisadora teórico-prática em artes. Agora resolvi juntar tudo no mesmo Barco, ao leme do qual continuarei prestando serviços para clientes e realizando meus projetos pessoais, navegando a partir de Belo Horizonte, Brasil.

 

Sou jornalista, graduada em Comunicação Social com formação complementar em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), diploma obtido em 2005. Também sou pós-graduada lato sensu em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), certificado alcançado em 2012.

 

Iniciei minha carreira como repórter de veículos impressos. Participei da 41ª turma do Programa de Treinamento em Jornalismo Diário da Folha de S. Paulo e, em seguida, fui repórter do jornal, onde trabalhei até 2008. Voltaria à redação no jornal Pampulha, semanário belo-horizontino, de 2011 a 2012. Também colaborei com as revistas Vida Simples, da Editora Abril, Marimbondo e Liberto, do Instituto Pauline Reichstul, dentre outros house organs editados pelas agências Canal C e BH Press.

 

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Entrevista com o artista plástico Décio Noviello para jornal Pampulha. Foto: Galeria Beatriz Abi-Acl

 

No campo do webjornalismo, edito, ao lado do designer Marcelo Lustosa e do jornalista Daniel Silva, o Mixsórdia, guia cultural online de Belo Horizonte. Também fui repórter e redatora do site de arte e tecnologia The Creators Project, editado pela revista norte-americana Vice em parceria com a empresa Intel.

 

Além das redações, minha atuação profissional abrange a assessoria de imprensa especializada em cultura. Desde 2010, já trabalhei na comunicação de projetos e eventos nas áreas de artes visuais, cinema, fotografia, música, artes cênicas e publicações.

 

Recentemente, estreei na realização de eventos culturais, com a Mostra Funk.DOC, na qual atuei como organizadora e curadora, ao lado do documentarista Marcelo Reis, além de ter sido a responsável pela assessora de imprensa. Foi com esse trabalho que lancei o Barco ao balanço das águas.

 

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Logotipo do Barco, criado pelo designer Marcelo Lustosa, no cartaz da Mostra Funk.DOC

 

Dedico-me também à pesquisa em artes, com foco nos temas corpo, palavra e cidade. Atualmente, estudo a experiência estésica na pixação, assunto da coluna quinzenal “Notas sobre pixação em Belo Horizonte”, no site Contramaré. Meus primeiros escritos sobre a experiência estésica, sensível em um cartaz lambe-lambe foram publicados no jornal O Cometa Itabirano e na monografia “Para dar língua a afetos que pedem passagem: conversas com o lambe-lambe Masturbe Seu Urso”. Sobre outros tipos de ações estésicas na cidade, publiquei um ensaio na revista Urbe, editada em Porto Alegre (RS).

 

Desde 2013, participo das experimentações do Obscena, agrupamento independente de pesquisa cênica, em ações como Dançar é uma revolução! e Sonoridades Obscênicas.

 

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Dançar é uma revolução!, ação do Obscena, na praça Sete, Belo Horizonte, em 2014. Foto: Flávia Fantini

 

Navegue pelo meu portfólio para conhecer meu trabalho como assessora de imprensa – trabalhos em reportagem e pesquisa serão publicados em breve.

 

Para solicitar serviços do Barco, entre em contato.
Telefone: 31 8873 2003
e-mail: debora@obarco.info